Constantemente venho me questionado sobre essa afirmação. Que o amor é mesmo fundamental, não há dúvidas, porém, não podemos ser felizes com um amor-próprio, somente? É, talvez tenhamos mesmo em algum momento, ter em quem apoiar. Talvez a solidão seja realmente necessária, mas só por uns instantes. Tempo pra refletir, colocar as vírgulas e pontos finais em seus devidos lugares e analisar como anda o aspecto vital de um modo geral. Curtir um tempo com você mesmo um pouco, faz muito bem... Todavia, é chegada uma hora onde o que mais você quer é um colo. Alguém que te faça sentir amado. Alguém que cuide de você e possa fazer por você, tudo aquilo que você faria por ele. Eu creio que podemos sim, sermos felizes sozinhos, mas não num sentido amplo da expressão, e sim, com bases sólidas constituídas de amor. Amar-se em primeiro plano é essencial para que os outros amores passem a existir na sua vida, de forma plena. Independente do laço amoroso, e embora não possa ser definido, é o amor quem dá sentido à nossa vida, que define a nossa vida. Cabe a nós vivê-lo de maneira absoluta, intensa, deixando ser um capítulo na história; tanto para a felicidade quanto para o amadurecimento.
terça-feira, 15 de junho de 2010
É impossível ser feliz sozinho... Será?
Postado por Isabella Colmanetti às 21:26 3 comentários
Marcadores: Eu sinto falta de...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Whatever
E o que fazer quando tudo está assim... Diferente?
Os planos que outrora pareciam tão certos de si de repente (não mais que de repente) se vêem tão difundidos em sonhos errantes, vontades deliberadas e talvez destinos utópicos. O que já fora determinado, encontra-se sob ameaça de restituição. Ou até já fora restituído. O tempo conta? Receio que sim. Aliás, nem sei mais se receio, perdi o medo de arriscar, de crer para ver. Ou até de ver para crer. Whatever. Sinto-me com uma ousadia ácida, chegando a ser mórbida. E vai tomando conta dos meus tecidos, dos meus poros ao ponto de chegar a transpirá-la. E a magia utópica se desfaz. O óbvio passa a ser distorcido, incalculável. Resta-me lápis e papel. Vertigens quando você chega maroto e me fala sobre seus desejos, de forma contida e reservada, como quem quer guardar para si o que todos já enxergam.
E como sempre o utópico desentoa e o som recomeça.
Postado por Nathália Azevedo às 21:35 1 comentários
Marcadores: Divagações, Nathi
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Retorno e Mudanças... ;D
Acho que já deu, né?! Ficar esse tempo todo sem postar no way! :~
Eu andei num momento complicado aí com tudo, blogs, saúde e enfim! Agora dei uma ultra reformulada no meu blog raiz (http://o-obvio-utopico.blogspot.com) e prometi a mim mesma que não abandono nenhum novamente... *_*
Então eis-me aqui! :D
Ainda meio sem o mesmo ritmo... Mas vamos lá: Estava pensando em gerar mudanças para esse blog também, vocês tem sugestões? Mandem ver nos comentários...
Quanto aos assuntos abordados? Mais uma sugestão que aceitamos de bom grado :D
E por enquanto é só isso mesmo, esse foi meu post de "Estou tomando forças e voltarei!".. E sim, voltarei!
Amanhã, talvez *_*
Postado por Nathália Azevedo às 16:05 4 comentários
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O tempo não é meu mano velho
Daí eu paro para pensar que estou a ponto de completar vinte anos e fico assustada. Quero dizer, já se foram vinte anos de uma vida! Um quinto de século! E isso não é a crise dos vinte, acredito eu. É só uma demasiada nostalgia do que houve e do que não houve. É uma preocupação latente sobre os efervescentes planos para uma vida inteira manterem-se como planos tão somente. Eu quero planos, mas quero ainda mais realizações. Quero fazer minha tattoo, quero viajar no melhor estilo mochilão, quero descobrir que tipo de bêbada eu sou, quero ENFIM saber que carreira profissional devo seguir. Fico contente pelo menos com o fato de poder escolher minha carreira, mas isso não me basta.
Não me leve a mal, caro leitor, eu bem sei que esse post soou como um desabafo. De certo modo, é um desabafo. Mas acredito que isso seja mais comum do que eu mesma acredito. Exatamente o que você leu. Vinte anos (em agosto somente, mas mesmo assim). Mais do que na hora de deixar de lado a protelação e fazer acontecer, pois o tempo tá aí. E ele, rá, ele não perdoa.
Postado por Suelen Ronconi às 02:32 4 comentários
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Hoje vai ter uma festa...
Então, feliz aniversário, Isah! =)
PS: A Su e eu estamos indo dar umas voltinhas hoje para comemorar seu aniversário, rs! ;D
Postado por Nathália Azevedo às 08:42 3 comentários
Marcadores: Divagações, Nathi
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Onde você está?
Postado por Nathália Azevedo às 11:38 3 comentários
Marcadores: Divagações, Nathi, Reflexão
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
E o tempo resolve passar devagar justo agora...
Postado por Nathália Azevedo às 14:21 6 comentários
Marcadores: Divagações, Nathi, Reflexão
domingo, 13 de dezembro de 2009
A condição de amar
Me apresentando por aqui (finalmente), depois de alguns dias da criação deste blog e do fato de ele ser compartilhado. É, porque achamos que a três é bem mais interessante (e divertido)!
Porém, dando sequência ao título...
Em qualquer idade a gente precisa voltar a aprender a amar o mesmo amado, ou um outro eleito. A gente ama igual aos cinco, quinze, trinta, quarenta e cinco, sessenta, oitenta anos?
Quando amei, se é que amei, quando tinha tanta necessidade de alimento, proteção, carinho?
Mal se sabe, ao nascer, que há alguém ali, velando o nosso princípio de vida. Aos poucos, ao longo de muitos anos, vamos tomando pé de que temos, como permanente só o nosso próprio corpo, e sensações, sentimentos e pedacinhos de pensamento muito particulares.
Há um dia muito belo muito terrível também, que, de repente, se sente que ninguém é obrigado a cuidar, sustentar, acarinhar a gente.
Neste dia da Grande Solidão se aprende muito sobre amar. Quanto mais condição de ser sozinho - de sustentar o próprio "eu", que tem todas as idades - mais condição de amar.
Sozinho, a gente vê que amar é um constante princípio.
De uma liberdade terrível, este princípio: como abrir a alma e soltar o caulim-suco da alma-de-todas-as-idades, em pleno alto mar.
Do largo gesto guardamos o gesto, mais do que o caulim que se foi para esculpir uma história, que não antecipamos a escultura final.
Mal cuidamos da escultura final, que pouco nos representa. O que resulta do amor passado não é o "eu de agora", é um "eu que já se foi", um "eu-mais-rico" que encarnou aquela escultura final e não sabe mais distinguir o acréscimo que teve com o caulim esparramado ao vento, no mar.
Esquecidos da vez passada amamos mais em um princípio, incertos, inseguros, inconscientes do fim. Assim adquirimos um "eu enriquecido" de amores passados.
Amar é de uma força, de uma fé, e de uma coragem!
Postado por Isabella Colmanetti às 20:32 4 comentários
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Meus botões e Sêneca
Postado por Nathália Azevedo às 23:19 5 comentários
Marcadores: Divagações, Filosofia, Nathi
